quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O dia de hoje na História Judaica - 20 Shevat 5773





Tribo de Asher.
Pintura de: Mark Chagall


Asher, o filho de Yaacov, nasceu no dia 20 de Shevat do ano 2199 da Criação (1562). De acordo com algumas opiniões, esta também é a data de seu falecimento.

Asher significa:

 “abençoado, afortunado ou feliz”. Asher, o filho de Zilpah, foi um dos doze filhos de Yaacov e líder de uma das tribos.




Fontes:


http://www.masterworksfineart.com/inventory/4133

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sinagoga de Breteuil - Marselha - França



Localizada na Rua de Breteuil, nº 117 – Marselha


Trata-se de uma das comunidades francesas mais importantes, numericamente falando. A presença de judeus é muito antiga. Já nos séculos V e VI, o Bispo de Marselha quis convertê-los. O Bispo foi, por isso, repreendido pelo Papa Gregório Magno (c.540-604). Benjamim de Tudèle recenseia, em 1165, trezentas famílias judias em Marselha. 



Robert, conde da Provença e rei da Sicília, protege a comunidade judaica da fúria assassina durante a Cruzada Popular – Croisade des Pastoureaux, em 1320.

No reinado de Louis XI, os judeus alcançaram certos privilégios. A comunidade medieval vivia numa “carrière” (termo provençal para gueto). Nos séculos XII e XIII, contavam-se alguns talmudistas ilustres entre a comunidade judaica de Marselha.

No século XIV, os judeus de Marselha dedicaram-se, especialmente, ao comércio e à medicina. Neste período são referidos 34 médicos judeus. 


O fabrico do sabão, de grande importância na economia marselhesa, foi introduzido pelo judeu Crescas Davin, entre 1371 e 1401. 




A dedicação dos médicos judeus, vai granjear-lhes a protecção do rei René. Bonnel de Lattès, membro de uma célebre família de médicos e talmudistas, tornar-se-á médico particular do Papa Alexandre VII (1599-1604). 






Em finais do século XVIII, a cidade abrigava uma comunidade de duzentas famílias. Em 1790, a Revolução Francesa atribui a emancipação aos judeus de Marselha, deixando estes de ser “Gente de Nação Judaica”.
O papel de Marselha na liderança das comunidades do Sul de França é reforçado com a criação da Assembleia Rabínica, em 1808.
Ao longo do século XIX, os judeus de Marselha contribuem activamente para o desenvolvimento industrial e financeiro da cidade, cujo crescimento aumentou com a criação do Canal do Suez, em 1869. 




Após a chegada dos judeus da África do Norte, contam-se mais de cem mil judeus em Marselha. 



Citemos alguns nomes de pessoas famosas: o jornalista Luís Astruc (1857-1904), o pintor Edouard Cremieux (1856-1944), o escritor André Suares (1868-1948), o grande compositor nascido em Marselha, Darius Milhaud (1892-1974) e Albert Cohen (1895-198), que descobriu o anti-semitismo aos dez anos!




Fontes:

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Mark Tochilkin e a sua arte!







Mark Tochilkin nasceu em 1958, na Ucrânia.


Entre 1973 e 1977, terminou os seus estudos em arte formal no Instituto de arte de Dnepropetrovsk. 






Após seus estudos, Tochilkin experimentou uma onda de sucesso artístico que lhe permitiu passar a fazer parte da sociedade dos artistas soviéticos em 1988.



Yeshiva


Na década 90 o artista emigra para Israel e a sua popularidade aumentou imenso. O pintor participa em muitas exposições em instituições de arte e galerias, tanto em Israel como no exterior. Ele tem alcançado um grande sucesso particularmente nos Estados Unidos, onde suas obras são exibidas regularmente.



S/ Titulo 


Tochilkin é um dos mais interessantes artistas do nosso tempo e um aclamado mestre de pinturas israelitas modernas. A subida rápida de Mark é um fenómeno extraordinário, altamente incomum e que tem vindo a abalar o mundo da arte ao longo dos últimos anos.



A cadeira do Rabbi


As obras de Tochilkin são suficientemente diversificadas e por isso não podem ser reduzidas a um denominador comum. Uma das características que definem o seu trabalho é a sua excelente técnica e um sólido profissionalismo que encontramos na sua pintura, seja nas artes plásticas, nos desenhos ou na escultura. 



S/ Titulo


Um outro aspecto do seu trabalho é o seu conteúdo emocional e directo. É impossível reduzir a sua obra a ser simplesmente tópica, formal ou motivada por uma agenda oculta ou desconhecida. O seu trabalho também aborda o espectador intelectual, bem versado em metáforas pictóricas de associação e, pouco grotesco, por vezes, estes, no entanto, expressam a beleza do mundo circundante. De uma forma geral, as suas obras revelam um forte senso de humor e ironia.



 S/ Titulo


A formação tradicional do artista em escolas de prestígio da arte não tem sufocado a sua espontaneidade, ao contrário, permiti-lhe uma liberdade para soltar a sua criatividade e dá-lhe uma licença desmarcada de impulso criativo para inovar e explorar.


Mark Tochilkin é representado por Tribos Fine Art Gallery, em Tel Aviv.



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Também digno de nota é a devoção do artista na arte figurativa. Embora esta forma de arte ainda preserve o seu potencial criativo inesgotável em grande parte, muitos dos pintores de hoje, infelizmente, evitam pinturas e desenhos retrato da figura humana.



S/ Titulo


Tochilkin consegue com sucesso distanciar-se das tendências modernas e pós-modernas que substituem concepções especulativas e apresentações ultrajantes de genuína arte de decisões.




Ambos S/ Titulo


Tochilkin mantém-se leal aos princípios dos critérios estéticos que são fundamentais para a própria existência da arte. A integridade natural que está por trás de conexão do artista está profundamente enraizada com a vida contemporânea e equilibrada com a sua abordagem criativa e seletiva pelos clássicos mundiais.




S/ Titulo



S/ Titulo



Rabbi



Fontes:


Ver mais obras do artista como por exemplo, desenhos e esculturas em:


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O dia de hoje na História Judaica - 17 Shevat 5773



Pintura de Marina Grigoryan


Um complexo complô estava a ser fomentado contra a comunidade judaica de Saragoça, mas os judeus ignoraram completamente o perigo iminente. Porém e graças a um punhado de bedéis das sinagogas que agiram num sonho que todos tiveram a comunidade foi poupada. A salvação aconteceu em 17 de Shevat foi celebrada pelos judeus de Saragoça e intitulada “Purim de Saragoça”. Uma Meguilá (Rolo) foi escrita, descrevendo os detalhes desse milagroso acontecimento. Até hoje, este Rolo é lido no Purim em algumas comunidades de Saragoça.


Fonte:
http://www.pt.chabad.org/calendar/view/day.htm



quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Dia 27 de Janeiro 2013 - 16 de Shevat 5773


Dia internacional da Vítimas do Holocausto
Caso esteja próximo de Belmonte, ou tenha possibilidade de se deslocar até lá, o perca este programa.



terça-feira, 22 de janeiro de 2013

De que são feitas as raízes judaicas?



Somos árvores!!!


Somos árvores, vivendo duas vidas de uma só vez. Uma vida irrompendo do solo para este mundo. Onde, com toda nossa força, lutamos para nos elevar acima dele, aproveitar o sol e o orvalho, desesperados para não sermos arrancados pela fúria das tempestades, ou consumidos pelo incêndio.

E temos nossas raízes, profundas sob o solo, inabaláveis e serenas. Elas são nossos antigos ancestrais, Avraham, Sara, Yitschac, Rivca, Yaacov, Lea e Rachel. Eles estão dentro de nós, em nosso âmago. Para eles, não há tempestade, não há luta. Existe apenas o Único, o Infinito, para Quem todo o cosmos com todos seus desafios são nada mais que uma fantasia renovada a todos os momentos a partir do vácuo.


Nossa força vem de nosso vínculo com eles, e com seu apoio venceremos a tempestade. Traremos beleza ao mundo no qual fomos plantados.



“Dor L'Dor”
Pintura de Gad Almaliah – “De Geração em Geração”



Fonte:

Benjamin Shiff - A Estrutura


Laila Tov!

"Feliz o homem que deixa um bom nome."

 (Talmude babilónico, Berakhot 17ª)







segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Myra Mendel e a “Arte do Bem”






"Quão preciosa é a tua benignidade, G-d,

Na sombra das tuas asas os homens encontram abrigo
Da abundância de sua casa eles estão cheios,
Tu que sacias a sede do rio com os teus prazeres "



Uma flor vermelha em plena floração se equilibra em uma haste fina que desce à terra fértil e rica.






É como se as pétalas frágeis, transparentes crescessem independentes da terra pesada, mas percebemos que a flor recebe continuamente o seu alimento a partir do solo e que em breve esta ligação será cortada.

Nossa alma é igualmente ligada à sua fonte de alimento - o Criador de todas as almas. É neste contexto, que a alma sempre anseia, uma sede espiritual que outros prazeres não podem satisfazer.




Da Galeria “Arte do Bem” no Bairro Tzfat, a artista Myra Mandel exibe a sua obra biblicamente inspirada e que reflete a beleza da paisagem da Galileia, as flores, a fauna e o passado bíblico de Israel.


Pintura:

“A minha alma é Pura”

Myra veio para Israel de Montreal na adolescência e estudou engenharia na Technion de Haifa. Mesmo enquanto cuidava dos seus muito jovens filhos, ela continuava a trabalhar full-time como analista de sistemas na área de Tel Aviv, mas depois envolveu-se na pintura e começou a desenvolver a sua arte como um hobby. A sua família comprou uma pequena casa no Bairro dos Artistas de Safed que tinha na altura vários apartamentos para alugar.


“Da escuridão para a luz”


Inspiração Myra é extraída a partir de duas fontes principais que interagem uma com a outra. Ela funde as narrativas da Bíblia com as formas e texturas da natureza. As suas obras são uma resposta visual para a poesia que ela ouve e quando ela lê ou ouve textos bíblicos. Este imaginário poético permite-lhe usar o texto como pano de fundo na sua arte onde funde com as formas graciosas e cores delicadas de paisagens de Israel e da vida vegetal.


“O grande portão”


“Por detrás dos muros do jardim”


As pinturas de Myra são compostas por acrílicos sobre tela ou uma combinação de aguarelas e acrílicos sobre papel, também cria colagens que ela própria compõe usando peças por camadas de papel, de aguarela com tintas acrílicas, rendas e letras de metal. Além disso, ela incorpora nas pinturas de aguarela, tinta de caneta, gravuras de lápis de cor, estampas de madeira e serigrafias de seda.

“A grande janela”


Myra utiliza técnicas mistas que lhe permitem alcançar efeitos únicos, como os de pergaminhos antigos. Muitos de seus trabalhos incluem passagens do Livro dos Salmos, orações judaicas, provérbios dos profetas e os versos do Cântico dos Cânticos. Ela combina textos com paisagens, flores e elementos de arqueologia.

“Haleluia”

Myra escavou uma cisterna na sua casa de Tzfat e abriu a sua galeria "Arte do Bem”. A galeria abre durante o verão. A galeria  “Arte do Bem” , fica localizada  em Tzfat ,no bairro do artista, na Rua Tet Vav, perto do Hotel Rimonim. Nas outras épocas do ano os visitantes podem visitar a sua segunda galeria e esta é permanente e está localizada em Moshav Hemed, próxima do aeroporto Ben Gurion.

“Primavera na Galileia”

“Celebração do casamento”


“Em paz irás descansar”

“O céu e a terra”




Fontes:





domingo, 20 de janeiro de 2013

Música no Holocausto - Parte II




BRUNDIBÁR EM TEREZÍN




Fotografia de propaganda nazi do elenco original de Brundibár, em Terezín


     A ópera infantil Brundibár foi escrita em 1938, com música do compositor checo Hans Krása (que seria deportado para Terezín em 1942) e libreto de Adolf Hoffmeister. Foi estreada num orfanato judeu na cidade de Praga, já no período da ocupação nazi.

     Brundibár foi interpretada pela primeira vez no campo de concentração de Terezín, a 23 de Setembro de 1943. A ópera é uma alegoria à tirania de Hitler e à sua queda eminente, tendo subido ao palco 55 vezes, sob o olhar atento dos opressores nazis. 




Os heróis de Brundibár, ilustração de Maurice Sendak


     Brundibár, conta a história de dois irmãos que precisam de dinheiro para comprar leite para a mãe doente. A sua demanda é atormentada por um tocador de realejo malvado, chamado Brundibár, que tudo faz para os atrapalhar. Mas, com a ajuda de três animais inteligentes (um pássaro, um cão e um gato), as crianças conseguem derrotar o fanfarrão e regressar a casa em triunfo.

    A história do bem a vencer o mal proporcionava conforto aos pequenos artistas, bem como aos companheiros de infortúnio que assistiam aos espectáculos. Brundibár era uma centelha de luz e de esperança que desafiava a longa noite nazi. 


Cartaz da ópera Brundibár, em Terezín


     Em Junho de 1944 os alemães autorizaram a um grupo de representantes da Cruz Vermelha Dinamarquesa e da Cruz Vermelha Internacional, uma visita a Terezín. Para o efeito foi montada toda uma operação destinada a uma campanha para convencer a Cruz Vermelha sobre a qualidade das condições de vida no campo. Uma das primeiras medidas foi aliviar o gueto do excesso de população, deportando milhares de pessoas para Auschwitz.

     Brundibár fez parte da campanha orquestrada pelos nazis. Duas semanas depois da visita da Cruz Vermelha, Hans Krása e a maior parte das crianças do elenco foram enviados para as câmaras de gás de Auschwitz.


     Das cerca de 15000 crianças deportadas para Terezín, sobreviveram pouco mais de 100. O vídeo que se segue é um excerto do filme de propaganda nazi “Hitler dal Židům město” (“Hitler deu uma cidade aos Judeus”); pertence ao Museu Judaico de Praga e foi exibido nas cerimónias do Dia do Holocausto, em 27 de Janeiro de 2010.




Brundibár



Mais recente...



     Nos últimos anos, a ópera tem conhecido uma popularidade cada vez maior e tem sido representada em Inglaterra, Itália, República Checa, Israel e Estados Unidos da América. Em 1995, em Áustria e na Alemanha, Brundibár fez parte de um projecto escolar em homenagem aos sobreviventes de Terezín.


ALICE HERZ- SOMMER

A SOBREVIVENTE MAIS ANTIGA DO HOLOCAUSTO


Alice Hertz-Sommer, aos 108 anos, na sua casa em Londres


     Alice Herz-Sommer nasceu em Praga, em 1903, numa família de ascendência judaica de elevado nível cultural. A mãe era de uma família de músicos da Morávia, e amiga de infância de Gustav Mahler. Alice lembra-se de assistir à estreia da 2ª Sinfonia de Mahler em Praga, tinha então oito anos de idade. 



Alice Herz-Sommer com Franz Kafka


    Franz Kafka fazia parte de um círculo de escritores que se reunia semanalmente em casa da família Herz. Alice recorda-o como uma figura carismática, mas pessimista.


   


Alice começou a ter lições de piano aos cinco anos de idade. Por volta dos dez anos já participava em concertos, interpretando Bach, Beethoven, Schumann e Smetana. 



     


Em 1939, quando os alemães ocuparam a Boémia e a Morávia, Alice Herz-Sommer já tinha uma carreira consagrada como pianista na Europa Central. Nesse mesmo ano, uma parte da sua família conseguiu fugir para a Palestina. Alice, no entanto, ficou em Praga a cuidar da mãe doente, que foi a primeira a ser deportada para Terezín. Em Julho de 1943, Alice, o marido e o filho – Raphael -, de seis anos de idade, foram igualmente deportados para aquele campo. 



      Em Terezín, apesar das condições de vida duríssimas, Alice Herz-Sommer deu mais de 100 concertos, juntamente com outros colegas músicos. 

     Para os alemães, em geral apreciadores de música, assistir aos concertos era puro entretenimento. Aliás, essa era uma razão para manterem vivos certos prisioneiros (músicos dotados), como Alice Herz-Sommer. Mas a maioria da audiência nos concertos de Terezín era composta por pessoas idosas, tristes e debilitadas, que encontravam na música um suporte moral e espiritual, que lhes dava uma certa sensação de liberdade. Mesmo que por instantes, podiam esquecer-se do horror que as rodeava. 




O pequeno Raphael veio a ser o membro mais jovem do elenco de Brundibár, onde desempenhou por várias vezes o papel de “pássaro”. O marido, Leopold Sommer, foi deportado em 1944 para Auschwitz e depois para Dachau, onde morreu. 

Foto: Alice Herz-Sommer com o filho, Raphael




    Em Maio de 1945, o Exército Vermelho libertou o campo e Alice e o filho regressaram a Praga. Mas a situação era dolorosa: parte da sua família, a família do marido, bem como muitos amigos, tinham desaparecido. Em 1949 decidiu emigrar para Israel, onde se reuniu à família. Lá viveu e trabalhou como professora de música. Alice Herz-Sommer recorda os anos que viveu em Israel como um dos períodos mais felizes da sua vida. Em Israel, apesar da tensão política, vivia-se em democracia, uma experiência de grande significado para quem conheceu as ditaduras de Hitler e Stalin. 


Raphael Sommer (1937-2001)


     Em 1986, a pedido do filho (violoncelista e maestro de renome), muda-se para Londres. Raphael morre subitamente aos sessenta e cinco anos, deixando mulher e dois filhos. Alice sofre um dos golpes mais duros da sua vida. Mas, Alice Herz-Sommer vive cada dia da sua vida com um enorme sentimento de gratidão, porque sente a vida como uma dádiva. O seu optimismo inesgotável ajudou-a a vencer mais este desgosto.



 Alice Herz-Sommer no seu 108º aniversário


   Alice Herz-Sommer vive num pequeno apartamento em Londres. Continua a praticar piano diariamente e frequentou até há pouco tempo a Universidade para a Terceira Idade, três vezes por semana, onde estudou História, Filosofia e História do Judaísmo. 




A Garden of Eden in Hell
The Life of Alice Herz-Sommer

    Em 2008 foi publicada a sua biografia com o título A Garden of Eden in Hell. Nela é realçada a luta incansável de uma mãe que tudo faz para criar um ambiente de felicidade para o seu filho, no meio da atrocidade e da barbárie. Com base em A Garden of Eden in Hell, Anthony Robbins fez em 2011 uma entrevista a Alice Hertz-Sommer, a sobrevivente mais antiga do Holocausto. É com ela que terminamos este artigo. 



Nota:

Hitler “criou” em Terezín uma cidade só para Judeus, onde, segundo ele, “os Judeus estariam a salvo das atribulações da guerra”. Antes da guerra, a população da cidade rondava as 5.000 pessoas. No auge da guerra o Gueto/Campo de Terezín ultrapassou as 55.000 pessoas. Como consequência, milhares morreram de desnutrição e doenças várias. No entanto, Terezín não era um campo de morte, mas sim um campo de trânsito. A maioria dos prisioneiros foi deportada para Auschwitz, onde morreu nas câmaras de gás. 


Obrigada Sónia, esta entrevista é marcante e uma enorme lição de vida.
“Everything is a present”
Assim como dar-nos a conhecer mais sobre o poder e a influência da “Música no Holocausto”

Beijinhos





Fontes: