terça-feira, 31 de julho de 2012

Eretz Israel, pintada por : Jacob Eisenscher



Jacob Eisenscher
(1896 - 1980)
Eisenscher foi um pintor israelita. Ele nasceu em Bucóvina e recebeu a sua formação artística em Chernowitz e na Academia de Artes de Viena. Na sua juventude esteve associado um grupo de intelectuais judeus, incluindo Itsik Manger, Steinberg Eliezer, Reder Bernard e outros. Ele fez Aliyah em 1935 e estabeleceu-se em Tel Aviv.

Jerusalém, portão da cidade velha

Jerusalém, dentro da cidade velha

Ein Karem

Eisenscher lecionou na Academia Bezalel de Artes e Design entre os anos de 1952 e 1967. Suas exposições foram exibidas em todo o mundo. Durante cinco anos ele viveu em Paris e foi influenciado pelo cubismo. Suas pinturas incluem visões dos judeus shtetls na Europa Oriental, mercados, sinagogas e cenas de Eretz Yisrael e seus personagens.

Casas da Galileia
Galileia

 Portão de Zeffat


Eisenscher foi agraciado com o Prêmio Dizengoff (1947) e foi distinguido pela cidade de Haifa (1958). Sua pintura "A Noite de 29 de Novembro" trava na Mesa o presidente do Knesset.

A Noite de 29 de Novembro

Em 1954 vendeu uma seleção de esculturas de madeira coloridas. Em 1957 participou na exposição de arte Bienal de Veneza internacional.
(Não consegui encontrar nem uma só escultura que esta fonte refere)


Vista da costa de Safed

Os quadros que se seguem não têm titulo, porque não consegui essa preciosa informação.









Libertação de Jerusalém





Laila Tov!


Infelizmente este artigo tem imensa arte mas pouca informação acerca deste tão talentoso pintor, assim, deixo-vos com os dados que consegui recolher. As obras são muitas, espero que não se torne cansativo, mas eu não consegui parar. Gostei de uma e depois de outra e não fosse o cansaço de fazer “copy/paste” das imagens...teria continuado.


Ziva David


Fonte:
http://www.knesset.gov.il/lexicon/eng/aizensher_eng.htm

O pintor Abel Pann




Abel Pann, (1883-1963), nascido em Abba Pfeffermann, foi um artista europeu judeu que passou a maior parte de sua vida adulta em Jerusalém.









Abel Pann nasceu em uma família religiosa em Dvinsk. Seu pai era um rabino e chefe de uma Yeshiva. Pann mostrou interesse pela arte desde cedo.







Pann estudou os fundamentos do desenho durante três meses com o pintor Yehuda Pen de Vitebsk, que também ensinou Marc Chagall. Em jovem, viajou para a Rússia e Polônia e ganhava a vida, principalmente como um aprendiz em oficinas de sinais. Em 1898, ele foi para o sul, Odessa, onde foi aceite na Academia de Belas Artes. Em 1903, já em Kishinev, documentou o pogrom de Kishinev com desenhos; um esforço que se pensa ter contribuído para a auto- definição como um artista e que narra a história judaica. Ainda em 1903, mudou-se para Paris, onde alugou um quarto em La Ruche, num edifício parisiense (que ainda existe), onde Modigliani, Chagall, Chaim Soutine e outros artistas judeus também viveram. Pann estudou na Academia Francesa em William-Adolphe Bouguereau. O seu sustento dependia principalmente das imagens e de desenhos para os jornais populares que eram ilustrações da época. Em 1912, Boris Schatz, o fundador e diretor do Bezalel Academy of Arts and Design visitou Pann em Paris e convidou-o para vir trabalhar em Jerusalém.




Em 1913, depois de viajar na Europa do Sul e Egito, Pann chegou a Jerusalém, onde decidiu estabelecer-se para o resto da vida. Pann foi ver Schatz e após longa conversa, ficou decidido que ele iria dirigir o departamento de pintura na Academia Bezalel durante vários meses enquanto Schatz fazia uma viagem marítima extensa. De acordo com o Haaretz, crítico de arte Smadar Sheffi, intitulou a sua forma de trabalhar neste período com o simples título "Jerusalém", onde mostra um conjunto de edifícios ao pôr-do-sol "com um céu em chamas laranja ". A pintura é "mais expressiva e abstrata do que é típico do seu trabalho", e Sheffi especula que "o encontro com a cidade" de Jerusalém foi uma "experiência emocional forte" para o artista.








Pann retornou à Europa para organizar seus negócios antes de se mudar permanentemente para o Mandato Britânico da Palestina, mas foi apanhado no continente pela Primeira Guerra Mundial. Nas pinturas de guerra, Pann provaria estar entre "o mais importante momento” da sua carreira. Ele fez muitos cartazes para apoiar o esforço de guerra francês e também uma série de cinquenta desenhos mostrando o sofrimento extremo das comunidades judaicas capturados nos combates entre a Alemanha, Polónia e Rússia. O crítico de arte Smadar Sheffi considera-os como "a parte mais importante de sua obra". Estes desenhos chocantes colocam na mente dos espectadores modernos as representações do Holocausto. Ainda estes desenhos de Pann foram utilizados como documentação jornalística da luta e foram sucesso quando foram expostos nos Estados Unidos durante a Guerra.








Após seu retorno pós-guerra a Jerusalém em 1920, Pann assumiu um cargo de professor na Academia Bezalel e escreveu que estava prestes a embarcar na sua vida profissional, a pintura e desenho de cenas da Bíblia hebraica. Ele retornou por um breve período de tempo a Viena, onde conheceu e casou com Esther Nussbaum. Pann comprou uma prensa litográfica, que o casal levou para casa a Jerusalém. A partir desse momento, começou a trabalhar numa série de litografias destinadas a serem transformadas numa enorme Bíblia ilustrada, e apesar de que a série nunca foi concluída, foi muito admirada por uma série de pastéis inspirados em histórias da Bíblia que ele começou na década de 1940. A iconografia dessas obras está ligada ao século XIX, o orientalismo. O pintor fazia parte de um movimento de artistas contemporâneos judeus interessados ​​em cenas bíblicas, incluindo Efraim Moisés Lilien, e Raban Ze'ev.   





Todos os três foram influenciados pela Art Nouveau e pelo movimento simbolista. Esta influência pode ser vista em "Você não morrerá ", uma litografia colorida em que a serpente é representada como uma mulher de peito nu. A litografia é uma reminiscência do estilo de Aubrey Beardsley.






Em 1924, Pann renunciou ao seu cargo de professor para se dedicar em tempo integral à litografia. As litografias obtiveram um considerável sucesso em turnês internacionais.







Especialmente em seus pastéis, Pann imaginou Rachel, Rebeca, e outras mulheres bíblicas. Nos anos vinte, Pann pintou, as meninas iemenitas e beduínos que se casavam com a idade da puberdade. Ele capturava nos seus pastéis, não só a sua juventude e beleza, mas a ansiedade de uma jovem prestes a casar com um homem que ela na maior parte das vezes nem conhecia.





 
No trabalho de Pann, ele revela uma íntima familiaridade com a obra de Rembrandt, Tissot James, e outros pintores europeus de cenas bíblicas Entre suas abordagens mais originais está um pastel da esposa de Potifar. Este tema familiar teve por centenas de anos e nas mãos de artistas inúmeros convencionalmente elaborado com a beleza madura de Joseph, seduzindo uma jovem inocente.





De acordo com o crítico de arte Meir Ronnen, a interpretação de Pann, no final do seu período de pastéis, datado de 1950, o mesmo, retrata a mulher de Potifar como uma criança mimada, uma menina extremamente jovem e muito entediada que é "possivelmente apenas um dos brinquedos menores do governador de um harém." Ela se vira com o seu olhar entediado sobre o jovem israelita. Ronen considera que esta obra seja "a mais brilhante de todas as criações do Pann”.








Por muitos anos, Pann foi considerado um artista importante em Israel, e teve um sucesso ainda maior entre os judeus consumidores de arte no exterior, mas as suas obras não sobreviveram muito no meio artístico, desaparecendo em importância face aos novos pintores modernistas. Embora muitos dos seus quadros estejam em coleções de museus, colecionadores privados, pode ainda encontrá-los em galerias, como a Galeria Mayanot. Em 1990, curadora de arte e historiadora da arte israelita, Shlomit Steinberg apresentou uma tese de mestrado em História no Departamento de Arte da Hebraica University, de Jerusalém, intitulada: "A Imagem da Mulher bíblica como Femme Fatale em Obras de Abel Pann".

Abel Pann morreu em Jerusalém em 1963.





Fontes:
http://mushecht.haifa.ac.il/art/Artist-Collection-eng.aspx?id=37

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Talmude babilónico


"Infeliz da geração cujos juízes merecem ser julgados."

Laila Tov!

Livro de Esther Mucznik




Esther Mucznik
 Portugueses no Holocausto


Baruch Leão Lopes de Laguna, um dos grandes pintores da escola holandesa do século XIX, judeu de origem portuguesa, morreu em 1943 no campo de concentração de Auschwitz. Não foi o único, com ele desapareceram 4 mil judeus de origem portuguesa na Holanda, que acabaram nas câmaras de gás. No memorial do campo de Bergen-Belsen consta o nome de 21 portugueses deportados de Salónica, entre estes Porper Colomar e Richard Lopes que não sobreviveram. Em França, José Brito Mendes arrisca a sua vida, escondendo a pequena Cecile, cujos pais judeus são deportados para os campos da morte. Uma história de coragem e humanismo no meio da atrocidade. Em Viena, a infanta Maria Adelaide de Bragança também não ficou indiferente ao sofrimento, e não hesitou em ajudar a resistência nomeadamente no cuidado dos feridos, no transporte de armas e mantimentos, tendo sido presa pela Gestapo. Esther Mucznik traz-nos um livro absolutamente original, baseado numa investigação profunda e cuidada em que nos conta a história que faltava contar sobre a posição de Portugal durante a Segunda Guerra Mundial.

sábado, 28 de julho de 2012

Para todos (as),



Shavua Tov!



9 de AV - O dia de hoje na História Judaica



1ª - A geração do Êxodo é condenada a morrer no deserto (1312 AEC)



A Nove de Av de 2449 (1312 AEC), a geração de judeus que saiu do Egito sob a liderança de Moshê 16 meses antes foi condenada a morrer no deserto e a entrada na Terra de Israel foi adiada por 40 anos.

Esta é a primeira das cinco tragédias nacionais que ocorreram em 9 de Av relatadas pelo Talmud (Taanit 4:6), devido às quais o dia foi designado como dia de jejum. As outras quatro foram: a destruição dos dois Templos, a Queda de Betar, e a destruição de Jerusalém
.



2ª - Destruição dos Templos Sagrados; Nascimento de Mashiach (423 AEC e 69 EC)


O primeiro Templo, construído por Salomão


Tanto o Primeiro como o segundo Templo em Jerusalém foram destruídos em 9 de Av: o Primeiro pelos babilónios em 3338 (423 AEC) e o Segundo pelos Romanos em 3829 (69 EC).




O segundo Templo, mandado construir pelo Rei Herodes

A destruição dos Templos representa a maior tragédia na História Judaica, pois assinala nossa descida à galut – o estado de exílio físico e afastamento espiritual no qual nos encontramos hoje. Assim, a Destruição é pranteada como uma tragédia que afeta nossa vida hoje, 2000 anos depois, não menos que a própria geração que a viveu em primeira mão.

Porém Nove de Av também é um dia de esperança. O Talmud relata que Mashiach ("O Ungido" – o Messias), nasceu no mesmo momento em que o Templo foi incendiado e o Galut começou. [Isso está de acordo com os ensinamentos de Nossos Sábios, que: "Em toda geração nasce um descendente de Yehuda que é digno de se tornar o Mashiach de Israel" (Bartinoro sobre Ruth); "Quando chegar a hora, D'us se revelará a ele e o enviará, e então o espírito de Mashiach, que está oculto em segredo no Alto, se manifestará nele" (Chattam Sofer).]


3ª – Queda de Betar (133EC)


Betar, a última fortaleza na heróica rebelião de Bar Kochba, caiu para os romanos a 9 de Av de 3893 (133 EC), após um cerco de 3 anos. Aproximadamente 580.000 judeus morreram de fome ou pela espada, incluindo Bar Kochba, líder da rebelião.



4ª Expulsão dos Judeus da Inglaterra (1290)



Os judeus da Inglaterra
foram
expulsos pelo Rei
Edward I
nesta data em 1290




5ª – Expulsão dos judeus da Espanha (1492)



Os judeus da Espanha foram
expulsos
pelo Rei Fernando e pela Rainha
Isabel a
9 de Av de 1492, dando fim a muitos
séculos de florescente vida judaica
 naquele país.



Leis e Costumes



O Shabat anterior a Nove de Av é chamado Shabat Chazon (“Shabat da Visão”) após as palavras iniciais da leitura do dia dos Profetas (“Haftará”), que é a terceira da série de leituras conhecida como “As Três de Admoestação”. Neste Shabat, dizem os mestres chassídicos, nos é concedida uma visão do Terceiro Templo; não podemos vê-lo com nossos olhos físicos, mas nossas almas o veem, e recebem o poder de se libertar de nosso estado atual de galut (exílio e deslocamento espiritual) e trazer a Redenção e a reconstrução do Templo.

O Jejum começa esta noite: refeição pré-jejum


O jejum de Tishá B’Av começa ao anoitecer. Algumas das práticas do jejum – como abster-se de estudo de Torá exceto dos textos relacionados aos eventos e natureza do dia de jejum – são observadas a partir do meio-dia de hoje.

A refeição final antes do início do jejum, feita pouco antes do pôr-do-sol, é chamada seudá hamafseket. Somente um alimento cozido é ingerido nesta refeição, geralmente um ovo mergulhado em cinzas.

“Eichá” – o Livro das Lamentações – é lido esta noite na sinagoga após as preces noturnas.



Fonte:

quinta-feira, 26 de julho de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Frase de Moisés Maimônides




"A reflexão eleva o indivíduo, permitindo-lhe dominar o carácter defeituoso e assenhorear-se da própria dignidade."

Pintura de Alex Levin

Moisés Ibn Ezra, disse:


"As pessoas geralmente odeiam o que não entendem."


Salvador Dali

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A destruição do Templo de Jerusalém.





A DESTRUIÇÃO DO PRIMEIRO TEMPLO E O CATIVEIRO DA BABILÓNIA


A destruição do Templo de Jerusalém, 1867, Francesco Hayez



    O Primeiro Templo, construído no reinado de Salomão, era o local mais importante do antigo judaísmo. Foi destruído em 586 a. e. c., quando os babilónios comandados pelo rei Nabucodonosor II saquearam e incendiaram Jerusalém. O Segundo Templo foi construído no mesmo sítio do Primeiro Templo e completado em 516 a. e. c. Infelizmente, o Segundo Templo também foi destruído, desta vez durante o cerco romano a Jerusalém, em 70 da e. c. A destruição de ambos os Templos teve lugar na mesma data – o nono dia do mês hebraico de Av – com 656 anos de intervalo. Estes dois acontecimentos tiveram um impacto de tal forma trágico na vida do povo judeu, que os antigos rabinos declararam a destruição dos Templos um Dia de Luto. Esta é a origem de Tisha B’Av – o Nono de Av -, que este ano coincide com o dia 29 de Julho do calendário comum.
     Vamos aqui evocar esta data, dedicando especial atenção à destruição do Primeiro Templo e ao Cativeiro da Babilónia. Vamos fazê-lo através da poesia, da pintura e da música, porque a obra de arte é a experiência da beleza que nos ajuda a olhar dentro do pensamento, alma adentro, suavizando a dor que às vezes nos consome. A obra de arte, em última instância, pode conduzir-nos à transcendência, aproximando-nos de Deus.


O Lamento de Jeremias, 1630, Rembrandt von Rijn


     Sentado na base de uma larga coluna, o Profeta Jeremias, com o braço esquerdo apoiado numa Bíblia, lamenta a destruição de Jerusalém, um acontecimento que ele próprio tinha profetizado, mas que foi impotente para evitar. Zedequias, o último rei de Judá, é feito prisioneiro e cego, sendo conduzido nesse triste estado ao exílio da Babilónia. Rembrandt pintou o Profeta com uma admirável precisão, inundando-o de luz, uma luz que contrasta com a escuridão envolvente. Ao fundo, no lado esquerdo, podemos ver as chamas que assolam Jerusalém e o rei Zedequias apoiando a cabeça entre as mãos.




A Fuga dos Prisioneiros, 1896-1902, James Tissot



     O Salmo 137, cuja autoria as fontes rabínicas atribuem ao Profeta Jeremias, é recitado em Tisha B’Av. O salmo canta o exílio do povo judeu na Babilónia, depois da destruição do Primeiro Templo. Descreve também a dor dos exilados por terem sido afastados de Jerusalém e a sua incapacidade de manter em terra estrangeira as expressões de alegria que só em Sião faziam sentido.



Junto aos rios da Babilónia, James Tissot

Salmo 137
(1 a 6)

Junto aos rios da Babilónia nos sentámos a chorar,
recordando-nos de Sião.
Nos salgueiros das margens
pendurámos as nossa harpas.
Os que nos levaram para ali cativos,
pediram-nos um cântico;
e os nossos opressores, uma canção de alegria:
- «Cantai-nos uma canção de Sião.»
Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor,
estando numa terra estranha.
Se de ti me esquecer, ó Jerusalém,
que mirre a minha mão direita,
que a minha língua se quebre,
se de ti me não lembrar,
se não preferir Jerusalém
à minha maior alegria.


Luís Vaz de Camões (1524-1580)



     Camões, inspirado neste salmo, escreveu as formosas redondilhas “Babel e Sião”, que são, como se sabe, uma paráfrase ao Salmo 137. Começam assim:

BABEL E SIÃO
Sôbolos rios que vão
Por Babilónia me achei,
Onde sentado chorei
As lembranças de Sião
E quanto nela passei.
Ali, o rio corrente
De meus olhos foi manado,
E, tudo bem comparado,
Babilónia ao mal presente,
Sião ao tempo passado.
(…)


Giuseppe Verdi (1813-1901)

     “Va pensiero, sull’ali dorate”, também conhecido por o Coro dos Escravos Hebreus, faz parte do terceiro ato da ópera Nabucco (1842) do compositor italiano Giuseppe Verdi. O texto, da autoria de Temistocle Solera, é inspirado no Salmo 137.
     Para terminar este pequeno artigo, propomos a audição do Coro dos Escravos Hebreus, um dos trechos mais populares de Verdi, numa interpretação do Metropolitan Opera House, sob a direção do maestro James Levine.


Este artigo foi elaborado na totalidade pela minha amiga
 Sónia Craveiro,
A quem agradeço com carinho o excelente trabalho.
Muito obrigada
Um grande Beijinho




Fontes:
Bíblia Hebraica – Livro dos Salmos